
ROSATOM APONTA PARA TECNOLOGIA INOVADORA QUE PODE VIABILIZAR NOVOS PROJETOS DE MINERAÇÃO DE URÂNIO NO BRASIL
No contexto do crescente interesse do Brasil no desenvolvimento da energia nuclear e de sua própria base de recursos, o mercado global de urânio entra em uma nova fase. Segundo projeções da Associação Nuclear Mundial, até 2040 a demanda global por urânio deve mais que dobrar, dos atuais 67 mil para cerca de 150 mil toneladas por ano. Ao mesmo tempo, já no início da próxima década, pode surgir um descompasso entre a demanda e os volumes de produção.
